Reviews

Antisocial: How Online Extremists Broke America by Andrew Marantz

lukaron's review against another edition

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5.0

Fantastic read, I really liked the author's voice in this work, namely the dispassionate reporting of the circles he ran with in order to collect information for the book.

Started earlier this year by reading hard-line, deep journalistic books on the Trump Presidency, moved from that into extremism such as the Qanon cult, social media and its impact on society - and this is sort of a blend of the three topics - not so much in the sense that it goes into any great detail on the Trump Presidency, but more of a "behind-the-scenes" look at some of the key figures in the Alt-Light/Alt-Right movement and how social media helped (and in some ways is still helping) fuel their platforms/voice.

Highly recommend.

benrogerswpg's review against another edition

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3.0

I Wish The Book Contents Were As Captivating As The Title

This book was fine.

It didn't really interest me too much, but I still enjoyed some of the stories.

What the biggest disconnect was for me was how captivating the title was, but how "good enough" the chapters were.

Probably down to this - it is not my type of book.

2.8/5

nickjagged's review against another edition

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5.0

Favorite read of the year so far. More detailed review to follow.

vicveldi's review against another edition

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3.0

Un acercamiento interesante a las dinámicas de las redes sociales de extrema derecha. Admiro la capacidad y el rigor periodístico del autor para adentrase en ese laberinto de discursos y narrativas. Personalmente mi capítulo favorito ha sido el 27, me pareció una experiencia extrema relatada de una manera impecable.
Debo dar solamente tres estrellas puesto que la lectura me pareció un poco lenta, al no estar familiarizada con ese contexto político tuve que buscar los nombres de los entrevistados la mayor parte del tiempo. Ahora el algoritmo de mis redes sociales está vuelto loco pues me sugiere contenidos realizados por estas personas, con quienes nunca antes me había topado... me tomará un tiempo restaurarlo.

nferraro90's review against another edition

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5.0

A brilliant narrative of the Alt rights rise to prominence in recent years, and the disturbing consequences of viral, unabated hate speech. Anyone interested in how we got here would do themselves a disservice by not reading this book

finalgirlfall's review against another edition

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5.0

this book was very informative, and i'm choosing to take the scene with which marantz opted to end it as an optimistic thing.

pati_c's review against another edition

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4.0

O jornalista Andrew Marantz passou 3 anos em compania de pessoas que ele mesmo chamou de “personagens desonestos na internet” para entender como eles usam as mídias sociais para impulsionar idéias tóxicas. Dai nasceu Antisocial: Online Extremists, Techno-Utopians, and the Hijacking of the American Conversation.

Ele começa falando dos sujeitos que se dizem “empreendedores”: usam agregadores, onde o conteúdo criado por terceiros é analisado por algoritmos, e se constatada a possível viralização desde conteúdo, ele é regurgitado em diversos sites e plataformas com a única finalidade de ganhar dinheiro com os anúncios. Logo, um site (ou centenas) com conteúdo que as pessoas querem ver = mais dinheiro para o dono do site.

É uma matemática simples, e existem centenas de pessoas por aí ganhando rios de dinheiro em cima do trabalho dos outros, que muitas vezes não ganham nada. Como a internet esta mais próxima do velho oeste do que uma utopia democrática, lucrar em cima do trabalho dos outros é totalmente aceitável para muitos.

Foi engraçado ler como esses sujeitos, donos destes sites que buscam ser o próximo Buzzfeed (que se fez assim, usando conteúdo de terceiros), se enxergam, ou melhor, como não se enxergam. Aliás, a dissonância cognitiva é um problema com todos os sujeitos entrevistados neste livro.

Em seguida, Andrew passa para os alt-light que querem parecer edgy e apoiam Trump, mas não querem se associar com os neo-nazis. Oportunistas que vivem de criar mentiras e/ou exageros colossais só para viralizar no Twitter. Uma vez que conseguem, é mais do mesmo do típico charlatão: “compre meu livro. meu curso. minhas vitaminas”.

Mike Cernovich é um destes tipos que começou como um PuA da vida, ensinando sujeitos desengonçados como conquistar mulheres (seja o mais misógino possível, eles rezam) e acabou desembocando no alt-light, e no final do livro já esta tentando ser outra coisa. Ou seja, o cara é movido apenas por aquilo que ele pode explorar, desprovido de qualquer noção se o que faz é prejudicial ou não. Ele quer a grana dos trouxas e também a atenção, e esta disposto a falar coisas terríveis para conseguir, mas se der ruim ele diz que é tudo brinks, sacou?

Saindo do alt-light chegamos ao alt-right: geralmente racistas, buscam uma sociedade onde os brancos estão separados do negros, querem “o fim” dos judeus, dos imigrantes, e não tem medo de admitir todo seu preconceito, racismo e ódio, desde que estejam protegidos por um pseudônimo, claro, porque arcar com o peso destas convicções publicamente é complicado, a não ser que você seja Richard Spencer (o neo-nazi que levou um soco na cara), que aparentemente veio de uma família abastada.

Um destes alt-right raivosos é um sujeito que, casado com uma judia, fala horrores sobre judeus (!) no seu programa de rádio.

Dissonância cognitiva, lembra?

Enfim, o elenco do livro é repleto de deploráveis, palavra que Hillary Clinton usou para descrevê-los e que eles adotaram. Geralmente são pessoas suscetíveis a propaganda extremista que veem no feed do FB (ou Reddit, ou Twitter), jovens com pouca ou nenhuma inteligência emocional, com uma vida lascada (literal ou imaginária) e querem ver o mundo pegar fogo. Pessoas sem identidade, vazios, telas em branco a disposição de qualquer mal-intencionado que deseje pintar o sete.

Antisocial é um livro deprimente. Ver como certas pessoas são tão facilmente influenciadas, e o mar de oportunistas usando mentiras e conspirações para se promover e ganhar dinheiro — de maneira totalmente impune — é de revirar o estômago.

O lado bom é que eu acredito que isso vai passar. As pessoas crescem, fazem novos amigos, saem da casa dos pais, mudam de bairro/cidade, a realidade bate na porta, e tudo isso geralmente abre caminho para o crescimento.

Super recomendo Antisocial para aqueles que gostam de livros de não-ficção e que curtem tópicos contemporâneos.

Por último, deixo a pérola do deplorável Cernovich "(…) duas principais leis das mídia sociais: “Conflito é atenção” e “Atenção é influência”." Por isso, pense 2 vezes antes de dar atenção ao boçais online. Você pode estar fazendo exatamente o que ele quer.

kellylynnthomas's review against another edition

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challenging dark informative tense medium-paced

5.0

fmacarthy's review against another edition

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challenging dark informative reflective sad medium-paced

4.75

thelauramay's review against another edition

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5.0

A very worthwhile read (or listen, in this case). Marantz covers a couple of years' of his work interviewing and researching some pretty terrible movements in the US, as well as their leaders. He covers the alt right, alt light, and new right; social media platforms and techno-utopianism (seriously, libertarians will be the death of us all); Trump's campaign; and, of course, the rise of white nationalism under its various guises.

One thing I was missing was a sense of through-line, a structure tying it all together. It comes off as a series of different projects, strung together by an idea of "things are bad". It felt a bit as though a central argument needed to be fleshed out to make it more of a book than an anthology, or a series of short stories - but perhaps I've been broken by academia.

This book is interesting and has good explanatory power. Personally I found it useful to start tying names and movements together, to see who in these wretched groups said what, how they know each other, and areas of convergence and divergence alike.

Recommended, 4.5*